Amor, paixão... tudo é muito estranho... Quando parece fazer algum sentido, tudo é destruído... O ralo é aberto e tudo por ele se esvai. Sentir culpa por sentir ausência desses sentimentos ?
Não sei... Que culpa tenho se quem abriu a tampa do ralo não fui eu ?
Tudo sobra em mim, ao mesmo tempo não há nada em mim, nem ninguém. Não sofro de nada, de ninguém... (trecho do filme Nome Próprio)
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